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Rio de Janeiro

Como o Rio de Janeiro se organiza, quando vale a pena ir e como se deslocar, para começar a escolher o bairro: zona sul, Centro e os morros.

Por Lucas Romero

O bondinho do Pão de Açúcar sobre a enseada de Botafogo, com os prédios da cidade ao fundo
Foto: Davi Costa no Unsplash (licença do Unsplash)

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Antes de reservar: compare os bairros de Rio de Janeiro

Região
Sudeste
Estilo de viagem
Praia, Cultura e Vida noturna

O Rio de Janeiro se espalha entre o mar e os morros, e essa geografia decide a viagem: o bairro onde você se hospeda define quanto tempo passa na praia e quanto passa no trânsito. Por isso, antes de olhar hotéis, vale entender como a cidade se organiza.

Como a cidade se organiza

  • Zona sul. Copacabana, Ipanema, Leblon, Botafogo e Flamengo. Concentra as praias mais conhecidas, a maior parte dos hotéis e o metrô. É onde a maioria dos visitantes se hospeda.
  • Centro e Lapa. Prédios históricos, museus e a noite da Lapa. Durante a semana tem movimento de escritórios; à noite e nos fins de semana, boa parte fica vazia.
  • Santa Teresa. Bairro residencial no alto de um morro, entre o Centro e a zona sul, com casarões e ladeiras.
  • Zona oeste. Barra da Tijuca e Recreio: praias longas, avenidas largas e shoppings. Fica longe dos passeios clássicos.
  • Zona norte. Onde ficam o Maracanã e o aeroporto internacional. Não é região de hospedagem turística.

Quando ir

O verão, de dezembro a março, é a alta temporada: calor forte, pancadas de chuva à tarde e praias cheias. Os preços chegam ao pico no Réveillon de Copacabana e no Carnaval. Nessas datas os hotéis costumam exigir um mínimo de noites, e é preciso reservar com meses de antecedência.

Os feriados prolongados também enchem a cidade e encarecem as diárias, mesmo fora do verão. De maio a outubro, fora dessas datas, os dias são amenos, chove menos e é mais fácil achar boas tarifas.

Como chegar e se deslocar

  • Aeroportos. O Santos Dumont (SDU) recebe voos nacionais e fica ao lado do Centro. O Galeão (GIG), na zona norte, fica a uns 20 km da zona sul.
  • Rodoviária. A Rodoviária Novo Rio fica perto do Centro. De lá, o mais prático é seguir de táxi ou aplicativo até o hotel.
  • Metrô. Liga o Centro a Botafogo, Copacabana, Ipanema e Leblon, e segue até a Barra da Tijuca. É o jeito mais simples de circular de dia entre esses bairros.
  • Táxi e aplicativos. São a opção prática à noite e para chegar a lugares sem metrô, como Santa Teresa, o Corcovado e o Pão de Açúcar.

Quanto tempo ficar

Um fim de semana prolongado dá conta do essencial. Com cinco dias ou mais dá para alternar praia e passeios sem correria, ou esticar até a Região dos Lagos.

Mapa de hospedagens

O mapa é carregado da Stay22, um serviço externo.

Guias de Rio de Janeiro

Perguntas frequentes

Qual é a melhor época para ir ao Rio de Janeiro?
De maio a outubro chove menos, o calor diminui e os preços caem, fora dos feriados prolongados. O verão é a temporada de praia, com a cidade cheia e tarifas mais altas, principalmente no Réveillon e no Carnaval.
Dá para aproveitar em um fim de semana prolongado?
Dá. Em três dias cabem o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e uma boa dose de praia, desde que a hospedagem fique na zona sul, para não perder tempo no trânsito.
Vale a pena ir de carro?
Para circular na cidade, não: o trânsito é pesado e estacionar na zona sul é difícil e caro. Se você chegar de carro, confira antes se o hotel tem garagem e quanto cobra.
Qual aeroporto é melhor para chegar?
O Santos Dumont fica ao lado do Centro, a poucos minutos da zona sul. O Galeão fica na zona norte e o trajeto depende bastante do trânsito.

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